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No litoral da ilha de Java, na Indonésia, pesquisadores do Centro Nacional de Arqueologia do local encontraram um submarino nazista e, em seu interior, 17 esqueletos humanos, além de binóculos, baterias e pratos adornados com suásticas.



A princípio, os pesquisadores pensaram se tratar do submarino U-168, que as forças navais alemães utilizaram para atacar, com sucesso, vários navios aliados. O U-168 naufragou enquanto se dirigia à Austrália, quando um navio holandês disparou seis torpedos, provocando a morte de 23 marinheiros alemães. Posteriormente, outros estudiosos da Segunda Guerra disseram que os restos encontrados poderiam ser do submarino alemão U-183, naufragado em 23 de abril de 1945, no mar de Java, deixando um saldo de 55 mortos e um único sobrevivente.



Ambos os submarinos faziam parte do chamado “Grupo de Monção”, da Alemanha nazista, que atacou navios e submarinos aliados no Oceano Índico e no Mar Arábico. O chefe da investigação afirmou: “Este é um achado extraordinário, que, sem dúvidas, vai trazer informações úteis sobre o que ocorreu no Mar de Java durante a Segunda Guerra Mundial”.

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FONTE: Der Spiegel/Poder Naval

Fonte: Pesquisadores encontram submarino nazista naufragado com 17 esqueletos dentro»


Com a participação da Rosatom, governo de Vladimir Putin acena com financiamento de até US$ 2 bilhões. O presidente Putin virou o jogo. A russa Rosatom deverá ser parceira do programa nuclear brasileiro – lugar que, até então, parecia destinado à francesa Areva. Segundo uma alta fonte do Ministério de Minas e Energia, Dilma Rousseff e o presidente russo alinhavaram os pontos centrais do acordo no recente encontro que tiveram em Brasília. A palavra de Putin fez a diferença. Ao contrário dos franceses, que, até agora, acenaram apenas com promessas e intenções, ele chegou a Brasília com fatos objetivos, prazos e, sobretudo, cifras, segundo informa o Relatório Reservado. Por meio do Eximbank local, o governo russo apresentou garantias firmes para o financiamento de projetos de geração nuclear no Brasil. De acordo com a mesma fonte, os valores sobre a mesa giram em torno de US$ 2 bilhões.



O RR apurou ainda que, em setembro, uma delegação de engenheiros da Rosatom vai desembarcar no país. Os russos farão visitas técnicas às usinas Angra 1 e 2 e às obras de construção de Angra 3. Está programada também a formação de um grupo de estudos com representantes da Eletronuclear e da Indústrias Nucleares do Brasil (INB). Em dezembro, será a vez de técnicos das duas empresas visitarem instalações da Rosatom no Leste Europeu. Até lá é provável que a estatal russa já tenha aberto um escritório no Brasil.



As negociações com a Rosatom passam pela transferência de tecnologia e pela própria entrada da companhia na operação das três usinas de Angra dos Reis. Por outro lado, o acordo envolve as contrapartidas de praxe, a começar pela venda de equipamentos e serviços de engenharia e a consequente instalação de um cinturão de fornecedores de origem russa no país. A Rosatom pretende também participar da exportação de urânio. O Brasil poderá se aproveitar da ampla rede comercial da companhia, notadamente na Europa, para acessar novos mercados. E o processo de enriquecimento de urânio, uma questão absolutamente nevrálgica, que envolve a própria segurança nacional? Os russos não terão qualquer ingerência sobre a operação, a cargo da Marinha. Melhor assim. Será uma forma de evitar eventuais resistências da área militar, que, por razões óbvias, sempre se mostrou mais simpática a um acordo com a Areva.



Por falar em Areva, os franceses estrão perdendo uma partida que já davam como ganha. Em dezembro do ano passado, em meio a uma série de acordos bilaterais, os governos do Brasil e da França assinaram um convênio de cooperação na área nuclear. No entanto, de lá para cá as tratativas com a Areva praticamente não saíram do lugar. A promessa dos franceses de farto financiamento de um pool de bancos europeus segue no papel. Os estudos técnicos com a Eletronuclear e o INB pouco avançaram. Melhor para os russos, que souberam se aproveitar deste vácuo.



FONTE: Segs

Forças Terrestres

Fonte: Empresa russa deve se associar ao programa nuclear brasileiro»